Ao ouvir a conversa de dois antigos moradores da Rua Imaculada, percebeu-se que a rua ia além dos figureiros, que existia muito mais. Eram fatos de que quase ninguém sabia, que estavam guardados na memória dos moradores e que deveriam ser registrados. Por indicação da professora Maria Lúcia Guimarães foi lido o livro “Memória e sociedade: lembranças de velhos”, da escritora Ecléa Bosi, e então surgiu a ideia de contar a história da Rua Imaculada Conceição em um livro-reportagem.